USALMA lança livro de apoio

filosofiaA Associação de Professores do Concelho de Almada-Apcalmada, articulando os seus projetos USALMA e Grupo Editorial, vai proceder ao lançamento de mais um livro.
Intitula-se Filosofia da felicidade: eu posso curar a minha vida e é da autoria da professora da USALMA, Dr.ª Luciana Couto. Além de veicular informações de interesse para todos os que se sentem despertos para uma maior introspeção, vai ser, também, base de apoio para as aulas de Filosofia da felicidade que a professora leciona com sucesso e procura.
Ao longo da obra a autora vai introduzindo de forma simples e apelativa conceitos que em outros contextos poderão ser de difícil perceção, sempre fazendo apelo à vida, à experiência, ao ser, mas também à investigação, à autoridade, demonstrando uma clara preocupação em trabalhar de forma cuidada temas menos acessíveis ao imaginário da cultura ocidental...

Título da obra: Filosofia da felicidade: eu posso curar a minha vida
Autora: Dra Luciana Couto
Data do lançamento: 22 de outubro de 2014
Local: Sala Pablo Neruda, Fórum Romeu Correia
Hora: 16h00

Edição n.º 35 do e-Correio da USALMA

Temos o prazer de anunciar que a edição n.º 35 do Correio da USALMA foi publicada e está disponível na seguinte hiperligação:

http://issuu.com/correiodausalma/docs/correio_usalma_35

 

A USALMA, através do seu regulamento e da Carta das Cidades Educadoras, é obrigada a promover as competências de comunicação e cidadania ativa para uma era digital. Mais, existe ainda um compromisso de reduzir a pegada do carbono, colaborar para salvar árvores e contribuir para um ambiente mais sustentável, de acordo com a futura Carta Ambiental de Almada. Por fim, existe uma grande vontade de chegar a todos os membros da comunidade que, mesmo vivendo longe, estão apenas à distância de um clique do rato, e celebrar as nossas atividades junto dos munícipes de Almada e outras entidades institucionais.

Assim, a partir desta nova edição, n.º 35 (junho 2014), o Correio da USALMA será distribuído eletronicamente e amplamente divulgado, por exemplo, por correio eletrónico e pelo sítio da internet da USALMA. Como todas as mudanças e coisas novas, estamos numa fase de adaptação e por conseguinte apelamos à vossa boa vontade e cooperação. No entanto, qualquer aluno que, por razões várias, deseje continuar a receber a versão em papel deverá indicá-lo expressamente junto da USALMA.

A era digital chegou - faça parte dela!

Apresentação do livro Dentro do meu tempo

livroNa análise da obra poética Dentro do meu tempo, de Amélia Cortes, uma questão se impõe: em que medida é legítimo, ou possível, interpretar um poema? E como fazê-lo? Lembremos o que diz Octávio Pato na introdução de O Arco e a Lira: «Há uma característica comum a todos os poemas, sem a qual nunca seriam poesia: a participação.» Sublinhado meu. Está subjacente, parece-me, uma ideia de interação talvez não entre o poeta e o leitor mas, sem dúvida, entre o poema e o leitor. O poema, fruto do labor e da inspiração do poeta, ganha vida e carrega sentidos. Os que o autor lhe introduziu e os que cada leitor lhe descobre. Serão coincidentes? Talvez sim, talvez não, pois, ainda no dizer de Octávio Paz, «poema não é senão isto: possibilidade, algo que só se anima ao contato de um leitor ou de um ouvinte.» Há no poema uma vertente de criação, na origem, e uma vertente de experiência, esta ativada em cada leitura, por cada leitor. Lembrando ainda Octávio Paz, «A experiência pode adotar esta ou aquela forma, mas é sempre um ir além de si, um romper os muros temporais, para ser outro. Tal como a criação poética, a experiência do poema dá-se na história, é história e, ao mesmo tempo, nega a história.» Um poema, sendo intemporal, pode ser interpretado à luz de tempos diversos com interpretações diferentes.
No livro Dentro do meu tempo, Amélia Cortes regista marcas do seu tempo, do nosso tempo, que todos conseguimos identificar, mas a que, condicionados pelas nossas próprias vivências, não associamos, necessariamente, o mesmo acontecimento. Um tempo com contradições; com instabilidade, mas também com esperança: «Construo o dia após dia/na esperança/de a noite com o dia se unir». Um tempo que corresponde a um percurso, nem sempre conduzindo a um bom porto, mas sempre passível de mudança.

Continue a leitura

Mais artigos...

Contamos com mais de 100 professores

a lecionar em 120 turmas para 1000 alunos.

Venha conhecer-nos

Oferecemos um Vasto Leque de Disciplinas

Ciências

Artes

Línguas

Teatro

Música

Pintura

Escultura

Dança

Encontre-nos na rede

A nossa equipa está sempre disponível
para qualquer questão técnica, sugestões ou comentários.